quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Lost and Delirious...
The way that I feel tonight
So down, so down
I pray I can swim just so I won't drown
And the waves that crash over me
I'm gasping for air
Take my hand so I can breath
As I write this last song down
Is this real? Or am I just trying to get out of this fucking reallity by imaging that I do have feelings?...
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
μελαγχολία
Melancolia (do grego μελαγχολία - melagcholía; de μέλας - mélas, "negro" e χολή - cholé, "bílis") é um estado psíquico de depressão sem causa específica. Se caracteriza pela falta de entusiasmo e predisposição para atividades em geral.
Entusiasmo (do grego en + theos, literalmente 'em Deus') originalmente significava inspiração ou possessão por uma entidade divina ou pela presença de Deus. Atualmente, pode ser entendido como um estado de grande euforia e alegria, refletindo em uma consequente coragem. Uma pessoa estusiasmada está disposta a enfrentar dificuldades e desafios, não se deixando abater e transmitindo confiança aos demais ao seu redor. O entusiasmo pode portanto ser considerado como um estado de espírito otimista.
Sem vontade de sair da cama, sem vontade de comer, sem vontade de tomar um mísero banho. Durmo o dia inteiro. E quando acordo, tenho a terrível sensação de voltar à realidade. Melancolia me lembra o que eu sempre chamei de "sem vontade de viver" ou o "não sentir nada" - será esse o nome: melancolia? Tanto faz, o sentimento é igual... vazio.
Não é vontade de morrer, não mesmo.
É só a falta de vontade de viver.
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Então eu abro o meu facebook e tudo me deprime. As pessoas me deprimem. Os fatos me deprimem. Sinto uma dor no peito. Parem de postar as suas tristezas, por favor.
sábado, 1 de outubro de 2011
Monster Hospital
Monster hospital, can you please release me?
You hold my hands down, I've been bad
You hold my arms down, I've been bad
I've been bad, I've been bad
I fought the war but the war won
Monster movie, Daddy Warbucks up against Bobby Fuller
And he beat him hands down
Lead in the head
Put a little lead in his head
I fought the war but the war won't stop for the love of god
I fought the war but the war won
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Ok, I have to post this sometime. I need to remember before it's too late.
Disfunção alimentar, ou transtorno alimentar (TA), é um termo amplo usado para designar qualquer padrão de comportamentos alimentares que causam severo prejuízo à saúde de um indivíduo.¹
Atípico. Anormal. Diferente. Raro.
Não tem a ver com a imagem corporal em si. É mais a minha liberdade em jogo. Eu descreveria como uma vontade (quase?) incontrolável de expulsar os demônios que vivem aqui dentro. A mente pára, o coração acelera, os músculos contraem, a visão borra e de repente o corpo cai, fadigado. É essa a estranha sensação de liberdade que eu buscava? Porque isso me faz bem? Porque isso me faz sentir bem?Eu levo uma vida normal. Estudo, saio com os meus amigos, faço festas, bebo, passeio com o cachorro, brinco com meu primo, rio das piadas e - inclusive - faço muitas piadas engraçadas (deve ser aquele complexo do gordinho que faz piadas para as pessoas acharem ele legal e desviarem o foco do seu perfil físico). As pessoas dizem que sou engraçada, bonita, inteligente que tenho um futuro maravilhoso pela frente, que conseguirei o que quero, basta acreditar e lutar para isso. Porém... o que eu quero? A liberdade era o número um na minha wish list. Não sei se tenho a liberdade em si, mas tenho a sensação, consigo provocar a sensação de liberdade que eu tanto sonhei. Como pode uma libertinagem ser algo tão prejudicial ao meu corpo? "Severo prejuízo à saúde"... É claro que eu sei o que estou fazendo, não sou ignorante; conheço o assunto a fundo, vou em terapias, conheço pessoas que passam por isso, leio sobre. Há alguns anos tive um problema que me prejudicava (física e psicologicamente) também. Não era (e, até onde eu sei, não tinha nada a ver com) distúrbio alimentar. Consegui "sair dessa" quando percebi o quão mal aquilo me fazia e que não tinha nada a ver com liberdade e controle e sim com a falta desses fatores. Porque não consigo enxergar isso agora? Quer dizer, ainda acho que estou no controle, "faço porque quero". Será mesmo que é porque quero? Isso se manifesta de uma forma tão devastadora que me faz acreditar que sou EU quem quer isso? Ou sou eu realmente quem quer isso? Isso é liberdade? Isso é controle? O que eu quero?
Ajuda. Não apenas quero, mas reconheço que preciso de ajuda. Não a ajuda que tenho agora, focada em um distúrbio que, se existe, não está tão manifesto quanto esse que me faz sair de órbita. Preciso de ajuda indiscriminada, sem essas ameaças constantes, pesagens semanais, questionários sobre a minha alimentação que não está influenciando diretamente o maior dos meu problemas. Não é o que eu como mais. Não é o que não como. Não é os números que riem da minha desgraça. É o que sai, o que expulso. É tudo, claro que é tudo, mas é ISSO nesse momento, preciso parar com esse comportamento, os outros não tem mais a importância que dão a eles.

Help.
Need some.
Can't.
Referência:
1 APPOLINARIO, José Carlos and CLAUDINO, Angélica M. Transtornos alimentares. Rev. Bras. Psiquiatr. [online]. 2000, vol.22, suppl.2 [cited 2011-02-19], pp. 28-31 . Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462000000600008&lng=en&nrm=iso>. ISSN 1516-4446. doi: 10.1590/S1516-44462000000600008.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
take this pain away
Sabe quando tudo que você precisa é que o mundo se exploda?... Pois bem, se explodisse, eu sinceramente não me importaria. Meus últimos segundos provavelmente seriam gastos pensando "finalmente acabou o inferno". Por Deus! Porque as pessoas estão tão preocupadas em cuidar da minha vida? Não tem nada de interessante por aqui, eu garanto, sua vidinha fútil é bem melhor que esse buraco negro que me consome.
Eu não aguento mais isso!
Somebody take me away from here.
Don't need any help, just peace.
STOP TRYING TO HELP SOMEONE WHO DOESN'T WANT TO!!
STOP TRYING TO HELP ME!!
Oh, deamons... let this soul in peace...
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Butterflies always come back
Insônia. Profunda insônia. Sim, tenho medicamentos que podem me dopar e eu posso O inferno é aqui. O inferno é agora.
domingo, 18 de setembro de 2011
Tento recomeçar uma vida, sem saber se é possível. Dizem que o passado não podemos apagar, mas o presente temos que viver de acordo com o que queremos construir para o nosso futuro. Será? Quer dizer, o passado sempre vai influenciar nas nossas decisões, na maneira como enxergamos o mundo e principalmente na maneira como ele nos enxerga. "Ahh, eu não ligo para o que os outros pensam de mim" alguém diz - alguém sempre diz. Não mesmo? Qual o sentido da sua vida se você não liga para o julgamento dos outros? Deve se matar? Mesmo os que se matam sofrem de uma injustiça social. A questão é que você deve assumir seus medos. Tentar se fazer de forte só faz as pessoas verem o quão sensível és.
Recomeçar uma vida... Sem o processo físico de perda de sentidos, sem apodrecimento, sem suicídio. Excluir (ou tentar esquecer) parte de minha vida não mudará de jeito nenhum o que sou hoje.
Será que não é possível realmente? Será que eu não acho possível por simplesmente não querer uma vida nova? Provoco isso em mim mesma?
Gosto de sofrer?
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
[Letter] Need to go away
Queridos pais e irmão,
A primeira coisa que peço-lhes é para não se preocuparem.
Pego o ônibus do primeiro horário, o que me deixe mais perto de um pouco de paz. Então lá eu descanso. Sinto a angústia durante o percurso. Às vezes meu cérebro questiona o que faço, mas meu coração, como quem afaga uma criança doente, só passa a mão nele e o faz voltar a dormir. Meu coração me guia nessa viagem. Por instinto sei tudo que devo fazer, que caminho seguir. Mesmo nunca tendo estado aqui, é tudo tão conhecido, nostálgico, como se há muito eu tivesse deixado esse lugar para seguir outro rumo. Retornei, porém, para um lugar de paz. Agora sinto a brisa no meu rosto, brincando com meus cabelos. O calor do sol me aconchega. A sombra provocada pelas árvores verdes cheias de frutos me dá o cochilo merecido, depois de tantas horas acordada. Então, como um animal selvagem, trepo nas árvores e me alimento vorazmente da doçura da natureza. Aqui estou. Viva. Finalmente me sinto viva novamente. Macacos me convidam a ir com eles, nessa dança louca da natureza. Há tantas espécies diferentes por aqui, me pergunto como o ser humano pode se considerar o topo da escala evolutiva. Porque o ser humano? Somos tão egocêntricos que não percebemos que são eles que derivam de nós? Eles sim têm a capacidade de amar plenamente, sem preconceitos, vivem em uma sociedade justa, onde o amor e a fome justificam seus atos. Não o ciúmes, a inveja, a avareza. São seres tão evoluídos que esses sentimentos retrógrados e delinquentes não existem mais entre eles. Meu coração me avisa que é hora de partir, a missão foi cumprida. Volto, sem olhar pra trás, lentamente, apreciando cada gota dessa chuva que me molha aos poucos, dentre raios de sol que insistem em continuar ali. Despeço-me em silêncio. O arco-íris guia meu caminho de volta. Logo vocês me verão, estou voltando. E quando o fizerem, não terão coragem de me xingar, pois o brilho dos meus olhos, o sorriso no semblante, a paz de espirito que eu sinto, isso tudo justificará por si só os meus atos. Meu coração que agora está em sintonia com meu cérebro os abraçara, de corpo e alma. Essa foi a filha que vocês fizeram, pai e mãe, foi isso que vocês colocaram no mundo. Prometo que agora fará sentido!
Com amor,
Sua filha
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